PF prende assessor especial de Temer e ex-governadores do DF Arruda e Agnelo
BRASÍLIA - A Polícia Federal prendeu nesta terça-feira os
ex-governadores do Distrito Federal José Roberto Arruda e Agnelo Queiroz
e o ex-vice governador Tadeu Filippelli — também assessor especial do
presidente Michel Temer. Eles foram presos em suas residências em
Brasília. A operação - denominada "Panatenaico" - cumpre, ao todo, 15
mandados de busca e apreensão, 10 mandados de prisão temporária e três
conduções coercitivas.
Filippelli é mais um dos assessores próximos a Temer com problemas com a polícia. Os outros são Rodrigo Rochas Loures, José Yunes e o ex-ministro Geddel Vieira Lima. Os ministros mais próximos ao presidente - Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral) - também respondem a inquérito no Supremo Tribunal Federal.
Filipelli, preso pela PF hoje, dividia sala com Rocha Loures, a exemplo da que fica ao lado do gabinete presidencial, afirma o blog do colunista Lauro Jardim, no terceiro andar do Palácio do Planalto, hoje reservada para Marcela Temer.
A operação é baseada em delação premiada da Andrade Gutierrez sobre um esquema de corrupção nas obras do estádio Mané Garrincha. De acordo com as investigações, o superfaturamento na construção chega a quase R$ 900 milhões — com custo previsto de R$ 600 milhões, o estádio saiu a R$ 1,575 bilhão ao fim de 2014. Trata-se da arena mais cara de toda a competição.
Filippelli é mais um dos assessores próximos a Temer com problemas com a polícia. Os outros são Rodrigo Rochas Loures, José Yunes e o ex-ministro Geddel Vieira Lima. Os ministros mais próximos ao presidente - Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral) - também respondem a inquérito no Supremo Tribunal Federal.
Filipelli, preso pela PF hoje, dividia sala com Rocha Loures, a exemplo da que fica ao lado do gabinete presidencial, afirma o blog do colunista Lauro Jardim, no terceiro andar do Palácio do Planalto, hoje reservada para Marcela Temer.
A operação é baseada em delação premiada da Andrade Gutierrez sobre um esquema de corrupção nas obras do estádio Mané Garrincha. De acordo com as investigações, o superfaturamento na construção chega a quase R$ 900 milhões — com custo previsto de R$ 600 milhões, o estádio saiu a R$ 1,575 bilhão ao fim de 2014. Trata-se da arena mais cara de toda a competição.

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